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CompreSempreBem: 2017

13 de dez de 2017

APRENDA A CHECKAR SEU SCORE PONTUAÇÃO DE CREDITO!


Notícias

Como checar sua pontuação de crédito e o que ela diz sobre você 


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O score indica a chance de você conseguir empréstimos, financiamentos e carnês. Veja o que essa nota pode significar e como conseguir uma boa pontuação
Por Júlia Lewgoy access_time 12 jun 2017, 09h37 - Publicado em 12 jun 2017, 05h00 more_horiz
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São Paulo – Talvez você não saiba, mas conquistou um grande direito como consumidor nos últimos meses. A Serasa Experian e a Boa Vista SCPC, dois dos principais bureaus de crédito do Brasil, liberaram a consulta online, instantânea e gratuita ao seu score de crédito, uma pontuação que indica a chance de você conseguir empréstimos, financiamentos e carnês no mercado.

Muitas empresas usam o score calculado pelos bureaus de crédito para medir o risco de inadimplência que correm ao fornecer crédito ao consumidor. Há outros bancos e lojas, no entanto, que calculam o seu próprio score, com metodologias próprias. O score não é o único fator determinante para conseguir crédito, mas é um indicador importante.
A possibilidade de você conhecer e entender a sua nota é um grande avanço, do ponto de vista do direito do consumidor, porque permite que você veja onde está errando e planeje melhor sua vida financeira.
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Assim, a Serasa e a Boa Vista abrem caminho para que grandes bancos e varejistas que produzem seus próprios sistemas de score façam o mesmo – e melhorem a relação de transparência com o consumidor.
“O acesso ao score de crédito é um direito básico de todos. O sistema de pontuação de risco é um componente indispensável da sociedade de consumo hoje, mas precisa ser transparente e não pode funcionar no escuro”, garante Rafael Zanatta, pesquisador da área de tecnologia do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
Para calcular o score, os bureaus de crédito analisam informações como os pagamentos de contas em dia, o histórico de dívidas negativadas, a frequência de busca por crédito no mercado e os dados cadastrais atualizados. Empréstimo pessoal: Quite suas dívidas com taxas a partir de 2,8% ao mês com o Just Online Patrocinado 
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“Por trás de um número apresentado de forma simples, há um grande conjunto de informações sobre os lastros que você deixou no mercado”, explica a diretora do SerasaConsumidor, Fernanda Monnerat.
Tanto a Serasa quanto a Boa Vista SCPC incentivam que os consumidores atualizem gratuitamente o seu cadastro positivo, uma espécie de currículo financeiro, que pode mostrar tudo o que fez de bom na sua vida financeira. Esses dados podem contribuir para você ter uma nota boa.
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“O cadastro positivo é a forma mais fácil de entender se você está evoluindo no mercado. Quanto mais completas estiverem as informações sobre você, melhor”, explica o superintendente de serviços ao consumidor da Boa Vista SCPC, Pablo Nemirovsky.
Score de crédito não pode discriminar consumidor
A maioria dos bancos e das grandes lojas no Brasil ainda não divulga abertamente o score de crédito do consumidor, nem os critérios usados para calcular a pontuação.
O problema é que a falta de transparência possibilita que as empresas usem dados que não deveriam para formar a sua nota – e acabem negando crédito a partir de conclusões precipitadas e preconceituosas sobre você.
Dados como endereço, grau de escolaridade, cor da pele, orientação sexual e opinião política não podem ser levados em conta quando uma empresa decide dar ou negar crédito.
“Os algoritmos carregam os mesmos preconceitos que os homens e excluem as classes menos favorecidas do acesso ao crédito. É preciso ter o cuidado de criar sistemas que não aumentem a discriminação que já ocorre na sociedade”, aponta Mario Viola, pesquisador do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS) do Rio de Janeiro e coordenador de uma pesquisa que analisa a utilização de dados pessoais por bureaus de crédito.
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Para o pesquisador, só será possível haver um tratamento mais horizontal dos consumidores quando existir uma lei de proteção de dados pessoais. Atualmente, há três processos de leis sobre o assunto tramitando no Senado.
Além disso, é muito importante que consumidores procurem se informar sobre o seu score de crédito, utilizem os canais disponíveis e questionem sobre sua nota. Quem tiver o acesso ao crédito negado sem justificativa pode denunciar a empresa no site consumidor.gov.br ou no Procon de sua cidade.
Todas as empresas, inclusive os bureaus de crédito,  têm o dever de informar ao consumidor sobre as bases de dados consultadas para desenvolver a metodologia do score de crédito. “É obrigatório explicar como o score foi calculado e quais dados pesaram mais”, esclarece Zanatta, do Idec.
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Como consultar o seu score de crédito
Para consultar o seu score de crédito na Boa Vista SCPC, é preciso se cadastrar no portal Consumidor Positivo, onde também é possível verificar se há débitos vencidos em seu nome. A pontuação vai de 0 a 1.000. Quanto maior, menor o risco de você ficar inadimplente e de conseguir crédito no mercado.
Para consultar a sua pontuação na Serasa, acesse o site Serasa Score. A pontuação também vai de 0 a 1.000. O score é dinâmico e avaliado no momento da consulta, considerando as informações disponíveis na base de dados da Serasa.
A pontuação pode mudar para melhor se o consumidor limpar o nome, pagar suas contas em dia, mantiver dados cadastrais atualizados e abrir o cadastro positivo.
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As principais causas para ter um score baixo
Depois de dois meses do Serasa Score no ar, muitos consumidores com pontuação abaixo de 300, com alto risco de inadimplência, procuraram a Serasa por carta, agências e redes sociais para entender melhor a sua pontuação. Com base nessa amostra, a Serasa fez um levantamento e concluiu que ter o nome negativado é a principal razão para ter um score baixo.
A maioria ficou inadimplente porque emprestou o nome a amigos ou parentes para conseguir crédito, e nem sabia que estava negativado. Outros consumidores ficaram com score baixo por divórcio, desemprego, acidente ou doença. Há também os que esqueceram a dívida porque mudaram de endereço e não alteraram os dados cadastrais junto ao credor.
Alguns consumidores tiverem o nome recentemente retirado do cadastro de inadimplentes, mas o score ainda não tinha sido atualizado. Outros ficaram com pontuação baixa porque não têm o hábito de utilizar crédito e não tinham dados disponíveis, pois não abriram cadastro positivo.
Há também quem fique com nota baixa porque teve os documentos pessoais roubados e foi vítima de fraude de identidade.



Fonte: Exame

COMEÇA REEMBOLSO DE INGRESSOS DAS OLIMPIADAS DO RIO 2016

Começa nesta quarta o reembolso de ingressos da Rio 2016 
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Procon e Comitê firmaram compromisso para ressarcir 6.600 pessoas que não foram encontradas. Cadastramento para receber o dinheiro tem de ser feito até 1º de julho.
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Começa nesta quarta-feira (7) o reembolso para quem revendeu um ingresso da Olimpíada pelo canal oficial da Rio 2016 ou para quem comprou ingresso para um lugar na arena e foi transferido de lugar, por exemplo. Nove meses depois do evento cerca de 6.600 pessoas ainda não foram ressarcidas. O presidente do Procon carioca, Jorge Braz, fechou um termo de compromisso com o Comitê Rio 2016 para esse ressarcimento.

Estão previstas quatro situações para que o comprador tenha direito à devolução do dinheiro do ingresso. São elas: os torcedores que revenderam o ingresso pelo programa de Revenda Rio 2016 e não receberam, tiveram a extinção dos lugares marcados dentro dos setores e se sentiram prejudicados com a mudança, compraram o ingresso que depois teve o preço reduzido, mas não receberam a diferença e os que tiveram a alteração do lugar da competição.
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A devolução do dinheiro será feita em 20 dias a partir da data de recebimento das informações necessárias para o pagamento.
“Certamente houve um interesse do Comitê Olímpico Rio 2016 em ressarcir, porém, essas seis mil não foram encontradas. Quero acreditar que não houve nenhum tipo de má-fé, mas que as pessoas que compraram ingressos com muita antecedência, deixaram para lá”, disse Braz.
Foram ressarcidas 35 mil pessoas, mas as outras seis mil não foram encontradas. Agora, com a assinatura do termo de compromisso, foi criado um e-mail (reembolso@rio2016.com) para que as pessoas que ainda não receberam possam fazer contato.
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É necessário que as pessoas enviem nome completo, CPF, e-mail cadastrado para a compra e dados bancários por esse e-mail. O consumidor tem de ser o titular da compra do ingresso. Quem enviar o e-mail até o dia 1º de julho será ressarcido em 20 dias após o recebimento da mensagem.





Fonte: G1

29 de nov de 2017

Fique atento! Falta de medição de energia elétrica pode causar aborrecimentos


Notícias
Fique atento! Falta de medição de energia elétrica pode causar aborrecimentos 
28/11/2016
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Resultado de imagem para fotos e imagens de medição e energia elétricaFonte: procon-SP
Você sabia que se seu imóvel ficar fechado o dia todo, isso poderá acarretar problemas em sua conta de luz?
Toda vez que o que o funcionário da companhia de energia elétrica não conseguir realizar a leitura do relógio de luz por algum motivo como, por exemplo: cachorro solto; portão fechado; casa fechada etc., a cobrança será feita pela média dos últimos 12 (doze) anteriores à constatação do impedimento.
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 De acordo com as regras da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, a medição pela média poderá ser feita por, no máximo, três vezes. Após este prazo, o fornecimento de energia poderá ser cortado mediante aviso prévio ao consumidor.
Apesar de estar previsto nas regras da agência reguladora, o Procon-SP é contra o corte de energia por se tratar de um serviço essencial.
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Se, quando for efetuada a leitura real, ficar constatado que o consumo foi maior do que o calculado pela média, o consumidor terá que efetuar o pagamento da diferença. Em contra partida, se o consumo for menor, haverá devolução do pagamento efetuado a mais.
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Desta forma, uma vez que na conta vem discriminada a data prevista para a próxima leitura, é aconselhável que o consumidor se programe para facilitar o acesso do funcionário da concessionária de energia para que seja feita leitura do relógio, ou se necessário, ele deve solicitar a mudança da localização do medidor para a concessionária.

Onde Reclamar

Se a medição não for feita por culpa da concessionária, ou se o consumidor quiser contestar o valor cobrado, uma reclamação deve ser feita no SAC da empresa. Se não conseguir resolver sua demanda, os seguintes canais podem ser procurados

 
Aneel - Agência Nacional de Energia Elétrica - telefone: 167 -www.aneel.gov.br.
 
Arsesp - Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo - telefone: 0800 72 70 167- www.arsesp.sp.gov.br.
 
Procon –  Os canais de atendimento do Procon-SP e dos órgãos municipais conveniados podem ser encontrados aqui.

O consumidor também pode pleitear seus direitos no Poder Judiciário.


Fonte: Procon-SP

Para acessar o site Procon-SP, clique aqui.

5 de out de 2017

SAIBA COMO VERIFICAR SE OS PRODUTOS SÃO REGULARIZADOS!


Quer saber se um produto tem registro? 

05/10/2017

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Saiba como consultar a situação de medicamentos, alimentos, saneantes e demais produtos regulamentados pela Vigilância Sanitária. Serviço está disponível no portal da Anvisa.
Por: Ascom/Anvisa
Publicado: 14/06/2017 11:05
Última Modificação: 14/06/2017 11:10
  
A Anvisa disponibiliza o serviço de consulta de produtos regularizados. O objetivo deste serviço de consulta é oferecer ao público dados dos produtos registrados das áreas de escopo da Vigilância Sanitária. 

Dividida por áreas, a página de Consultas disponibiliza as seguintes categorias: 
Alimentos 
Cosméticos 
Medicamentos 
Produtos para Saúde 
Saneantes 
A busca é bastante intuitiva e o interessado escolhe quais são os critérios de consulta no início da busca. Preenchidos os critérios, a página disponibiliza as informações que constam no sistema da Anvisa, como por exemplo, se o produto em questão está ou não regularizado. 
Há, também, o serviço de consulta sobre a situação de documentos e o funcionamento de empresas. Localizados todos na mesma página, o empresário ou dono de negócios poderá acessar, pelo mesmo sistema, a situação tanto do documento quanto de uma determinada empresa. 


Quer saber as notícias da Anvisa em primeira mão? Siga-nos no Twitter @anvisa_oficial e Facebook@AnvisaOficial 
Encontrou algum problema nesta notícia? Mande um e-mail para noticias@anvisa.gov

3 de jul de 2017

VOCÊ SABE O QUE É UBER?

O QUE É UBER?

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Uber é um app que permite a você ganhar dinheiro para dirigir seu próprio carro. É simples de usar. Quando você quiser ganhar dinheiro dirigindo, basta iniciar o aplicativo e fazer viagens. Você pode ver quanto ganhou ao fim de cada viagem, e seus ganhos são transferidos para você a cada semana.
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POR QUE DIRIGIR COM A UBER?

Flexibilidade de horários
Você escolhe quando quer dirigir. O app está disponível 24 horas por dia.
Navegação com GPS
O app ajuda você a encontrar o melhor trajeto para a viagem, assim você pode fazer viagens em lugares que não conhece.
Saiba com quem está viajando
Os usuários são avaliados por parceiros motoristas como você. Você sempre poderá ver o nome e a avaliação dos passageiros.
Seja seu próprio chefe.
Sem cobranças. Você decide quando quer ganhar dinheiro dirigindo.
Vantagens para parceiros
Conte com vantagens exclusivas para economizar na manutenção do veículo, planos de telefonia e muito mais.
Ganhos semanais
Seus ganhos são transferidos para sua conta bancária a cada semana. Você pode ver todas as informações em seu resumo de ganhos.Você esta convidado a fazer parte da nossa equipe logo abaixo esta o link click duas vezes  e se inscreva

https://partners.uber.com/i/n85nb5k8ue

5 de jun de 2017

NOSSAS INFORMAÇÕES SÃO VENDIDAS POR CENTAVOS!

Seus dados são vendidos por 7,5 centavos de dólar

Relatório da Anistia Internacional revela a venda de informações de 1,8 milhão de pessoas por 138.380 dólares. Um negócio que se expande graças ao ‘big data’

Seus dados são vendidos por 7,5 centavos de dólarAmpliar foto
EDUARDO ESTRADA
Quantas vezes por ano você clica em um quadradinho autorizando o acesso e a cessão de seus dados? Cinco? Dez? Faça as contas direitinho. Embora a Espada de Dâmocles aponte para as redes sociais, os dados são cedidos, na verdade, em qualquer transação na web: ao contratar um cartão de crédito, fazer uma compra, acessar uma rede wifi, participar de uma enquete, visitar sites... São dados que individualmente não têm valor, mas que, reunidos, constituem uma verdadeira mina, até mesmo mais valiosa do que uma mina de ouro. Não são apenas os dados particulares, mas também a atividade individual; por exemplo, cada compra ou cada emoticon usado na reação aos comentários nas redes sociais. O big data permite registrar as preferências políticas, religiosas, sexuais e alimentares, bem como a situação econômica, de saúde, policial e até mesmo emocional de cada pessoa. Os algoritmos secretos usados por essas empresas são cada vez mais sofisticados e suas possibilidades, portanto, infinitas.
Uma equipe de pesquisadores da Anistia Internacional (AI) revela a oferta, por parte de uma dessas empresas, a Exact Data, dos dados de 1,8 milhão de muçulmanos por 138.380 dólares (cerca de 430.000 reais), ou seja, à base de 7,5 centavos de dólar por pessoa. A empresa em questão “teria uma base de dados total de 200 milhões de contatos dos Estados Unidos que podem ser filtrados por 450 categorias, tais como etnia ou religião”, detalha o relatório. Os dados foram comprovados pelo EL PAÍS na web. O site, ExactData.com, também oferece “um leque de listas de contatos pré-configurados”, como, por exemplo, a de “norte-americanos hispânicos não-assimilados (referência aos que não estão integrados na sociedade dos EUA, independentemente de sua situação legal)”.
Na Europa, há cerca de 50 grandes empresas ‘data brokers’; o total no planeta é desconhecido
Muitas das empresas que vivem da venda de dados particulares das pessoas não se escondem na web.
“O fato de se poder comercializar essas listas e de que elas possam acabar chegando a pessoas indevidas torna possível que sejam usadas em iniciativas que poderiam atingir os direitos humanos, como a criação de perfis sofisticados que podem atentar contra a privacidade”, alerta o diretor de comunicação da AI da Espanha, Miguel Ángel Calderón.
Exatamente daqui a um ano, em maio de 2018, começará a ser aplicada uma nova regulamentação europeia de proteção de dados, considerada mais rígida do que a atual e com a qual se espera que seja melhorado o controle dos cidadãos sobre os dados pessoais cedidos a terceiros, destaca Calderón.
Venda de dados do ExactData.com na internet. Na imagem, vê-se uma seleção por religião, a quantidade de pessoas que oferecem dados para essa compra, 1,8 milhão, e o preço: 140.277 dólares.ampliar foto
Venda de dados do ExactData.com na internet. Na imagem, vê-se uma seleção por religião, a quantidade de pessoas que oferecem dados para essa compra, 1,8 milhão, e o preço: 140.277 dólares. 
Uma das autoras da pesquisa, Tanya O’Carroll, consultora de tecnologia e direitos humanos da AI, explica, em Londres, que o comércio de dados privados “é um negócio crescente”. “O avanço enorme registrado pelo big data na última década permitiu que os data brokers [empresas de comercialização de dados] saibam tudo sobre você”, diz a especialista. “Dados menores e abstratos que não têm nenhuma importância isoladamente adquirem grande valor quando são cruzados com as ‘curtidas’ no Facebook, por exemplo”.
O’Carroll destaca um dos aspectos mais relevantes da situação: o anonimato no setor. “Ele não é transparente. Sabem muito de você, mas você não sabe quem está de posse dos seus dados nem o nome dessas empresas”. De acordo com uma relação elaborada pela Anistia Internacional, apenas na Europa existem em operação pelo menos 50 data brokers. E no restante do planeta? “É impossível saber quantas existem nos Estados Unidos ou na Ásia. Centenas”, responde O’Carroll. O que o usuário pode fazer, então, para se proteger desse comércio ou pelo menos para ter algum controle sobre os seus próprios dados?

Privacidade e segurança

“As pessoas se acostumaram a ceder seus dados para qualquer coisa sem pensar que isso é inseguro e que vale dinheiro”, responde Álvaro Ortigosa, diretor do Centro Nacional de Excelência em Cibersegurança (CNEC), da Universidade Autônoma de Madri. “Mas, além de pensar na privacidade, deveríamos pensar também na segurança, na vulnerabilidade dessas bases de dados, que são muito substanciosas”, alerta Ortigosa.
Para o especialista, os usuários deveriam entrar nos endereços de todos os sites aos quais cederam seus dados pontualmente “e escrever o quanto antes para que os apaguem. Pelo sistema”. Quanto aos dados vinculados a algum serviço, como a rede wifi residencial, Ortigosa avalia que a legislação deveria obrigar as empresas a limparem os dados de particulares de forma sistemática e regular.
Mas, como atuam essas empresas? Borja González del Regueral, vice-reitor da IE School of Human Science & Technology, diz que “é um setor em que, seja vendendo, seja cedendo os dados, as empresas, com as novas normas europeias, são obrigadas, entre outras coisas, a informar ao usuário a cessão de seus dados a terceiros”. O maior problema, segundo esse especialista, “é que cabe a você a responsabilidade de ler o contrato quando cede seus dados, e quem vai ler 15 páginas toda vez que comprar uma calça pela internet?”. “Por isso, é preciso aumentar a transparência”, pensa González del Regueral.
Os data brokers, porém, não obtêm informações apenas a partir das transações ou das redes sociais. “Eles reúnem muitos dados de diferentes sites”, explica o especialista. “Dos registros públicos ou de qualquer atividade que esteja registrada em documentos divulgados na internet por alguma entidade”. E também não são eles os únicos que fazem comércio com as nossas informações privadas. “Os dados constituem um ativo para qualquer empresa. A questão é saber qual é a forma mais ética de comercializá-los”.
Volte, agora, a fazer suas contas. Quantas vezes você já cedeu seus dados nos últimos doze meses? Cinquenta? “Há uma tendência de alta na incorporação desse tipo de negócio nas próprias empresas tradicionais”, diz González del Regueral.

POLÍTICAS DE PRIVACIDADE CONFUSAS

A globalização da internet, com todas as suas facilidades, complica bastante o controle sobre os nossos dados. A Espanha tem fama de ser um dos países que mais proteção oferece nessa área. Duas leis, a Ger4al de Telecomunicações e a de Serviços da Sociedade da Informação, são voltadas para isso, como lembra Jesús Rubí, diretor-adjunto da Agência Espanhola de Proteção de Dados. “A nova regulamentação europeia, que será aplicada em 2018, significa um grande avanço. Ela estabelece que, nos casos em que a empresa não possui sede na União Europeia, quando os serviços são para usuários europeus ou de monitoramento de seu comportamento, ela tem de cumprir as normas europeias de proteção de dados e precisa indicar um representante. É um passo muito importante”.
Com relação à autorização dos usuários para que seus dados sejam cedidos, Rubí explica que “a situação legal vem evoluindo até a exigência de se detalhar os destinos específicos que serão atribuídos a esses dados. E deve ser livre, e não haver ameaça de retirada injustificada da prestação dos serviços em caso de negativa”. “O maior problema”, conclui Rubí, “é que as políticas de privacidade continuam sendo confusas e pouco acessíveis, pois em muitos casos as empresas oferecem serviços muito variados”. 
FONTE: EL PAÍS

8 de abr de 2017

BOMBA! QUEREM IMPEDIR SEU DIREOTO DE ESCOLHA COM A PL5587/201616 LÊAI ENTENDA PORQUE?


Projeto dá exclusividade a taxistas no transporte individual de passageiros

Pedro Ventura/Agência Brasília
Transporte - táxi
Pelo texto, o transporte individual remunerado de passageiros só poderá ser oferecido em veículos com caixa luminosa externa com a palavra "táxi"
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Projeto em análise na Câmara dos Deputados (PL 5587/16) assegura aos taxistas exclusividade no transporte individual de passageiros em todo o País. O texto torna ilegais todos os serviços prestados por motoristas privados mediante aplicativos digitais, como o Uber, sujeitando o infrator a penalidades e medidas administrativas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97).

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Proposto por seis deputados, o projeto altera a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/12) e a lei que regulamenta a profissão de motorista profissional no País (Lei 13.103/15).
Uma das mudanças proíbe que veículos particulares descaracterizados sejam usados para obter remuneração ou vantagem econômica por meio da oferta de serviços de transporte de passageiros.

Pelo texto, o transporte individual remunerado, inclusive quando intermediado por plataformas digitais, somente poderá ser oferecido em veículos que possuam caixa luminosa externa com a palavra "táxi".
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Privativo de taxista

O projeto prevê ainda que a exploração do transporte remunerado individual de passageiros em veículos com capacidade de até sete passageiros é atividade privativa do taxista, mesmo quando a conexão entre usuários e motoristas ocorrer por meio de plataformas digitais. Essa regra, segundo a proposta, abrange viagens individuais municipais, intermunicipais ou interestaduais quando houver qualquer proveito econômico direto ou indireto das partes envolvidas no transporte. 
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Por fim, o texto obriga o poder público a organizar, disciplinar e fiscalizar todos os prestadores de serviço nessa modalidade de transporte, com base nos requisitos mínimos de segurança, conforto, higiene e qualidade, fixando valores mínimos e máximos das tarifas.
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Uber
As medidas atingem diretamente prestadores de serviços de transporte alternativos, como o Uber, que se baseiam na interação entre motoristas privados e passageiros por meio de aplicativos digitais e na livre concorrência. 

Segundo os autores – deputados Carlos Zarattini (PT-SP), Luiz Carlos Ramos (PTN-RJ), Osmar Serraglio (PMDB-PR), Renata Abreu (PTN-SP), Laudivio Carvalho (SD-MG) e Rôney Nemer (PP-DF) –, é “imperioso” corrigir a legislação vigente para “sepultar dúvidas e preservar a regulamentação dos serviços de transporte público individual de passageiros nos municípios”. 

De acordo com os autores, o crescimento do transporte clandestino, inclusive por meios tecnológicos, vem trazendo impactos negativos para a gestão pública, desconstruindo o mercado de táxi e causando insegurança aos consumidores.
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Tramitação 
O projeto tramita em caráter conclusivo e deverá analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. No entanto, um requerimento de urgência proposto pelos autores pede que o texto seja analisado diretamente pelo Plenário.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Murilo Souza 

Edição – Alexandre Pôrto

fonte: