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5 de jun de 2017

NOSSAS INFORMAÇÕES SÃO VENDIDAS POR CENTAVOS!

Seus dados são vendidos por 7,5 centavos de dólar

Relatório da Anistia Internacional revela a venda de informações de 1,8 milhão de pessoas por 138.380 dólares. Um negócio que se expande graças ao ‘big data’

Seus dados são vendidos por 7,5 centavos de dólarAmpliar foto
EDUARDO ESTRADA
Quantas vezes por ano você clica em um quadradinho autorizando o acesso e a cessão de seus dados? Cinco? Dez? Faça as contas direitinho. Embora a Espada de Dâmocles aponte para as redes sociais, os dados são cedidos, na verdade, em qualquer transação na web: ao contratar um cartão de crédito, fazer uma compra, acessar uma rede wifi, participar de uma enquete, visitar sites... São dados que individualmente não têm valor, mas que, reunidos, constituem uma verdadeira mina, até mesmo mais valiosa do que uma mina de ouro. Não são apenas os dados particulares, mas também a atividade individual; por exemplo, cada compra ou cada emoticon usado na reação aos comentários nas redes sociais. O big data permite registrar as preferências políticas, religiosas, sexuais e alimentares, bem como a situação econômica, de saúde, policial e até mesmo emocional de cada pessoa. Os algoritmos secretos usados por essas empresas são cada vez mais sofisticados e suas possibilidades, portanto, infinitas.
Uma equipe de pesquisadores da Anistia Internacional (AI) revela a oferta, por parte de uma dessas empresas, a Exact Data, dos dados de 1,8 milhão de muçulmanos por 138.380 dólares (cerca de 430.000 reais), ou seja, à base de 7,5 centavos de dólar por pessoa. A empresa em questão “teria uma base de dados total de 200 milhões de contatos dos Estados Unidos que podem ser filtrados por 450 categorias, tais como etnia ou religião”, detalha o relatório. Os dados foram comprovados pelo EL PAÍS na web. O site, ExactData.com, também oferece “um leque de listas de contatos pré-configurados”, como, por exemplo, a de “norte-americanos hispânicos não-assimilados (referência aos que não estão integrados na sociedade dos EUA, independentemente de sua situação legal)”.
Na Europa, há cerca de 50 grandes empresas ‘data brokers’; o total no planeta é desconhecido
Muitas das empresas que vivem da venda de dados particulares das pessoas não se escondem na web.
“O fato de se poder comercializar essas listas e de que elas possam acabar chegando a pessoas indevidas torna possível que sejam usadas em iniciativas que poderiam atingir os direitos humanos, como a criação de perfis sofisticados que podem atentar contra a privacidade”, alerta o diretor de comunicação da AI da Espanha, Miguel Ángel Calderón.
Exatamente daqui a um ano, em maio de 2018, começará a ser aplicada uma nova regulamentação europeia de proteção de dados, considerada mais rígida do que a atual e com a qual se espera que seja melhorado o controle dos cidadãos sobre os dados pessoais cedidos a terceiros, destaca Calderón.
Venda de dados do ExactData.com na internet. Na imagem, vê-se uma seleção por religião, a quantidade de pessoas que oferecem dados para essa compra, 1,8 milhão, e o preço: 140.277 dólares.ampliar foto
Venda de dados do ExactData.com na internet. Na imagem, vê-se uma seleção por religião, a quantidade de pessoas que oferecem dados para essa compra, 1,8 milhão, e o preço: 140.277 dólares. 
Uma das autoras da pesquisa, Tanya O’Carroll, consultora de tecnologia e direitos humanos da AI, explica, em Londres, que o comércio de dados privados “é um negócio crescente”. “O avanço enorme registrado pelo big data na última década permitiu que os data brokers [empresas de comercialização de dados] saibam tudo sobre você”, diz a especialista. “Dados menores e abstratos que não têm nenhuma importância isoladamente adquirem grande valor quando são cruzados com as ‘curtidas’ no Facebook, por exemplo”.
O’Carroll destaca um dos aspectos mais relevantes da situação: o anonimato no setor. “Ele não é transparente. Sabem muito de você, mas você não sabe quem está de posse dos seus dados nem o nome dessas empresas”. De acordo com uma relação elaborada pela Anistia Internacional, apenas na Europa existem em operação pelo menos 50 data brokers. E no restante do planeta? “É impossível saber quantas existem nos Estados Unidos ou na Ásia. Centenas”, responde O’Carroll. O que o usuário pode fazer, então, para se proteger desse comércio ou pelo menos para ter algum controle sobre os seus próprios dados?

Privacidade e segurança

“As pessoas se acostumaram a ceder seus dados para qualquer coisa sem pensar que isso é inseguro e que vale dinheiro”, responde Álvaro Ortigosa, diretor do Centro Nacional de Excelência em Cibersegurança (CNEC), da Universidade Autônoma de Madri. “Mas, além de pensar na privacidade, deveríamos pensar também na segurança, na vulnerabilidade dessas bases de dados, que são muito substanciosas”, alerta Ortigosa.
Para o especialista, os usuários deveriam entrar nos endereços de todos os sites aos quais cederam seus dados pontualmente “e escrever o quanto antes para que os apaguem. Pelo sistema”. Quanto aos dados vinculados a algum serviço, como a rede wifi residencial, Ortigosa avalia que a legislação deveria obrigar as empresas a limparem os dados de particulares de forma sistemática e regular.
Mas, como atuam essas empresas? Borja González del Regueral, vice-reitor da IE School of Human Science & Technology, diz que “é um setor em que, seja vendendo, seja cedendo os dados, as empresas, com as novas normas europeias, são obrigadas, entre outras coisas, a informar ao usuário a cessão de seus dados a terceiros”. O maior problema, segundo esse especialista, “é que cabe a você a responsabilidade de ler o contrato quando cede seus dados, e quem vai ler 15 páginas toda vez que comprar uma calça pela internet?”. “Por isso, é preciso aumentar a transparência”, pensa González del Regueral.
Os data brokers, porém, não obtêm informações apenas a partir das transações ou das redes sociais. “Eles reúnem muitos dados de diferentes sites”, explica o especialista. “Dos registros públicos ou de qualquer atividade que esteja registrada em documentos divulgados na internet por alguma entidade”. E também não são eles os únicos que fazem comércio com as nossas informações privadas. “Os dados constituem um ativo para qualquer empresa. A questão é saber qual é a forma mais ética de comercializá-los”.
Volte, agora, a fazer suas contas. Quantas vezes você já cedeu seus dados nos últimos doze meses? Cinquenta? “Há uma tendência de alta na incorporação desse tipo de negócio nas próprias empresas tradicionais”, diz González del Regueral.

POLÍTICAS DE PRIVACIDADE CONFUSAS

A globalização da internet, com todas as suas facilidades, complica bastante o controle sobre os nossos dados. A Espanha tem fama de ser um dos países que mais proteção oferece nessa área. Duas leis, a Ger4al de Telecomunicações e a de Serviços da Sociedade da Informação, são voltadas para isso, como lembra Jesús Rubí, diretor-adjunto da Agência Espanhola de Proteção de Dados. “A nova regulamentação europeia, que será aplicada em 2018, significa um grande avanço. Ela estabelece que, nos casos em que a empresa não possui sede na União Europeia, quando os serviços são para usuários europeus ou de monitoramento de seu comportamento, ela tem de cumprir as normas europeias de proteção de dados e precisa indicar um representante. É um passo muito importante”.
Com relação à autorização dos usuários para que seus dados sejam cedidos, Rubí explica que “a situação legal vem evoluindo até a exigência de se detalhar os destinos específicos que serão atribuídos a esses dados. E deve ser livre, e não haver ameaça de retirada injustificada da prestação dos serviços em caso de negativa”. “O maior problema”, conclui Rubí, “é que as políticas de privacidade continuam sendo confusas e pouco acessíveis, pois em muitos casos as empresas oferecem serviços muito variados”. 
FONTE: EL PAÍS

8 de abr de 2017

BOMBA! QUEREM IMPEDIR SEU DIREOTP DE ESCOLHA COM A PL5587/201616 LÊAI ENTENDA PORQUE?


Projeto dá exclusividade a taxistas no transporte individual de passageiros

Pedro Ventura/Agência Brasília
Transporte - táxi
Pelo texto, o transporte individual remunerado de passageiros só poderá ser oferecido em veículos com caixa luminosa externa com a palavra "táxi"
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Projeto em análise na Câmara dos Deputados (PL 5587/16) assegura aos taxistas exclusividade no transporte individual de passageiros em todo o País. O texto torna ilegais todos os serviços prestados por motoristas privados mediante aplicativos digitais, como o Uber, sujeitando o infrator a penalidades e medidas administrativas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97).
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Proposto por seis deputados, o projeto altera a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/12) e a lei que regulamenta a profissão de motorista profissional no País (Lei 13.103/15).
Uma das mudanças proíbe que veículos particulares descaracterizados sejam usados para obter remuneração ou vantagem econômica por meio da oferta de serviços de transporte de passageiros.

Pelo texto, o transporte individual remunerado, inclusive quando intermediado por plataformas digitais, somente poderá ser oferecido em veículos que possuam caixa luminosa externa com a palavra "táxi".
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Privativo de taxista
O projeto prevê ainda que a exploração do transporte remunerado individual de passageiros em veículos com capacidade de até sete passageiros é atividade privativa do taxista, mesmo quando a conexão entre usuários e motoristas ocorrer por meio de plataformas digitais. Essa regra, segundo a proposta, abrange viagens individuais municipais, intermunicipais ou interestaduais quando houver qualquer proveito econômico direto ou indireto das partes envolvidas no transporte. 
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Por fim, o texto obriga o poder público a organizar, disciplinar e fiscalizar todos os prestadores de serviço nessa modalidade de transporte, com base nos requisitos mínimos de segurança, conforto, higiene e qualidade, fixando valores mínimos e máximos das tarifas.
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Uber
As medidas atingem diretamente prestadores de serviços de transporte alternativos, como o Uber, que se baseiam na interação entre motoristas privados e passageiros por meio de aplicativos digitais e na livre concorrência. 

Segundo os autores – deputados Carlos Zarattini (PT-SP), Luiz Carlos Ramos (PTN-RJ), Osmar Serraglio (PMDB-PR), Renata Abreu (PTN-SP), Laudivio Carvalho (SD-MG) e Rôney Nemer (PP-DF) –, é “imperioso” corrigir a legislação vigente para “sepultar dúvidas e preservar a regulamentação dos serviços de transporte público individual de passageiros nos municípios”. 

De acordo com os autores, o crescimento do transporte clandestino, inclusive por meios tecnológicos, vem trazendo impactos negativos para a gestão pública, desconstruindo o mercado de táxi e causando insegurança aos consumidores.
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Tramitação 
O projeto tramita em caráter conclusivo e deverá analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. No entanto, um requerimento de urgência proposto pelos autores pede que o texto seja analisado diretamente pelo Plenário.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Murilo Souza 
Edição – Alexandre Pôrto

fonte:

4 de abr de 2017

SERVIÇOS DE APLICATIVOS COMO A UBER...ESTÃO AMEAÇADOS POR CAUSA DA PL 5587/2016 QUE SERA VOTADA HOJE E AMANHÂ ENTENDA PORQUE?

E o seu direito de ir e vir, pra onde vai?

Há quase 3 anos, a Uber chegou ao Brasil oferecendo uma alternativa de transporte nos centros e nas periferias das cidades, além de uma oportunidade econômica para dezenas de milhares de pessoas. O brasileiro abraçou essa nova tecnologia, que agora é parte de sua rotina.
Mas isso pode estar chegando ao fim.
Nesta semana, o plenário da Câmara vai votar o PL 5587/16, que não tramitou em nenhuma das comissões da Casa. O texto inicial do projeto era claro: buscava proibir a Uber e os outros aplicativos de intermediação de transporte e mobilidade em todo país. O texto que deve ser submetido ao plenário pretende, sob a promessa de “regulamentar os aplicativos”, transformar os seus serviços e os serviços prestados pelos motoristas parceiros em sistemas convencionais de táxi.

Compartilhe nas redes sociais a sua posição contrária ao PL 5587/2016 usando a hashtag #DireitoDeEscolhaclique aqui *


Desde sempre, a Uber defendeu e apoiou regulamentações em todo país e no mundo – o DF, São Paulo e Vitória são bons exemplos disso. Mas este projeto é um retrocesso à liberdade de escolha dos cidadãos. Mais grave ainda: o projeto ignora as centenas de decisões judiciais em todo país que determinaram a inconstitucionalidade da proibição e da imposição de limitações arbitrárias ao transporte individual privado no Brasil.
Com as limitações propostas pelo PL 5587/2016, mais de 13 milhões de usuários terão o seu direito básico de escolha limitado.
Além disso, será limitado o direito de escolha das dezenas de milhares de motoristas parceiros que, hoje, enfrentam o maior índice de desemprego da nossa história e que têm, na plataforma da Uber, uma fonte de renda para sustentar suas famílias.
Isso também é especialmente cruel para com cerca de metade desses motoristas parceiros, que usam a plataforma apenas para ganhar um dinheiro extra para viver melhor, dirigindo menos de 10 horas por semana.
Este é o momento de decisão. É justamente em tempos assim que devemos ter coragem e mudar para melhor.
Uma pesquisa realizada em fevereiro pelo Datafolha revelou que 90% dos entrevistados que opinaram acham que alternativas como a Uber devem ser permitidas no Brasil. O PL 5587/2016 é uma proibição enrustida.
Dê apoio à tecnologia para que ela continue ajudando as pessoas a ganhar dinheiro e também a se movimentar pelas cidades.

BOMBA QUEREM ACABAR COM A UBER OU SEJA SERVIÇOS DE APLICATIVOS ESTÃO AMEAÇADOS POR CAUSA DESTA PL5587/16

BOMBA! QUEREM ACABAR COM A UBER OU SEJA SERVIÇOS DE TRANSPORTE POR APLICATIVOS ESTÃO AMEAÇADOS POR CAUSA DESTA PL5587/16
Resultado de imagem para fotos uberPrezados Clientes:


Muitos de vocês já tomaram conhecimento do que está acontecendo no Congresso. Os deputados irão votar, entre hoje e amanhã, um projeto de lei que, na prática, poderia acabar com a Uber como ela é. Nossa equipe está em Brasília, empenhada a buscar a melhor solução para vocês e para os usuários. 

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Seja qual for o resultado, o projeto de lei ainda tem um longo caminho pela frente e temos certeza de que o final dessa história será favorável à tecnologia e ao futuro das nossas cidades. 
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Compartilhem nas redes sociais a hashtag #DireitoDeEscolha, exigindo que os deputados não limitem o seu direito de gerar renda e dirigir pela Uber em horários flexíveis. 

Compartilhe nas redes sociais a sua posição contrária ao PL 5587/2016 usando a hashtag #DireitoDeEscolhaclique aqui *

18 de mar de 2017

Casos confirmados de febre amarela em Minas sobem quase 40% em uma semana


Notícias

Casos confirmados de febre amarela em Minas sobem quase 40% em uma semana 
14/03/2017Resultado de imagem para fotos e imagens febre amarela

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Ciência e Tecnologia


Casos confirmados de febre amarela em Minas sobem quase 40% em uma semana


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Minas Gerais tem 138 casos confirmados de febre amarela. No dia 26 de janeiro, há exatamente uma semana, eram 84 confirmações. Os novos números apontam um crescimento de 39,1% neste período, de acordo com o novo boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (2) pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).
Ao todo, Minas Gerais registrou 777 notificações para febre amarela envolvendo 59 municípios. Além dos 138 casos confirmados, 37 foram descartados. O restante segue em investigação. O número de mortos por febre amarela em Minas Gerais também subiu. Tiveram confirmação 51 mortes para febre amarela, mais 77 seguem em análise. Entre as mortes confirmadas, 62,7% envolvem vítimas entre 40 e 59 anos.
As estatísticas levam em conta o local de infeção. Nem todas as vítimas que contraíram a doença em Minas Gerais morreram no estado. Uma delas, infectada no município de Januária (MG), foi diagnosticada e morreu no Distrito Federal. O estado de São Paulo também confirmou mortes  de pessoas com febre amarela que adquiriram o vírus em território mineiro.
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A principal ação de enfrentamento à doença é a vacinação da população. O imunizante é ofertado gratuitamente nos postos de saúde por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A aplicação ocorre em dose única, devendo ser reforçada após dez anos. No caso de crianças, o Ministério da Saúde recomenda a administração de uma dose aos 9 meses e um reforço aos 4 anos.
Para garantir uma campanha de vacinação mais eficiente e outras medidas de combate à doença, o governo de Minas Gerais anunciou no mês passado um investimento de R$26 milhões. Também foi decretada situação de emergência em saúde pública numa área de abrangência que inclui 152 municípios, o que permite agilizar processos administrativos para aquisição de insumos e para contratação de serviços e funcionários temporários.
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Macacos
Causada por um vírus da família Flaviviridae, a febre amarela é uma doença de surtos que atinge, repentinamente, grupos de macacos e humanos. A doença é transmitida em áreas rurais e silvestres pelo mosquito Haemagogus. Em área urbana, ela pode ser transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo da dengue, do vírus zika e da febre chikungunya. No entanto, não há registros no Brasil de transmissão da febre amarela em meios urbanos desde 1942. No surto atual, nenhum dos casos confirmados e suspeitos em Minas Gerais é considerado de transmissão urbana.
Há evidências de que os surtos da doença possam ser influenciados pela degradação ambiental. Em entrevista para a Agência Brasil na semana passada, o primatólogo Sérgio Lucena explicou que a propagação do vírus começa entre os macacos, muitas vezes em grupos que vivem em pequenos fragmentos de florestas. "São sentinelas. Se o vírus começa a se propagar em determinada área, a morte dos macacos nos enviará um alerta".
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Segundo o especialista, há espécies de macacos altamente suscetíveis à doença. Ele diz que estudos feitos durante o surto de 2009 no Rio Grande do Sul mostraram que populações de bugios foram reduzidas a 20%. "Enquanto sete pessoas faleceram naquele ano, cerca de 2 mil macacos foram a óbito", diz Sérgio Lucena. O primatólogo diz que as estatísticas dos órgãos públicos não conseguem acompanhar esta realidade.
De acordo com o boletim da SES-MG, há 50 municípios de Minas Gerais com confirmação de macacos que morreram por febre amarela. Mais 21 cidades têm óbitos de primatas em investigação e 53 registram rumores de animais mortos. Há duas semanas, Belo Horizonte passou a fazer parte dos números. 
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Dois macacos foram encontrados mortos e estão sendo analisados. No entanto, como as ocorrências são em dois quintais de casas em diferentes regiões da cidade, é menor a probabilidade de infecção por febre amarela. A capital não tem, até o momento, nenhuma notificação da doença em humanos.
Uma preocupação que vem sendo apresentada pela SES-MG diz respeito à violência contra macacos registrada em alguns municípios. Há pessoas que acreditam que sacrificar os animais pode ajudar a evitar a doença em humanos. O órgão publicou em seu blog uma postagem para desmistificar essa ideia e esclarecer que os animais são, na verdade, aliados que ajudam a mapear a doença. 
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"A infecção viral dura apenas três ou cinco dias. Depois os macacos morrem ou se tornam imunes. Sendo assim, as agressões atingem geralmente os animais sadios que não tiveram contato com o vírus ou que já estão imunizados e não oferecem risco", diz o texto.



Fonte: JB Online

SAIBA COMO USAR CORRETAMENTE SEU FGTS!


Notícias
O que você deve saber para não desperdiçar seu FGTS 
18/03/2017
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Dispensa sem justa causa e compra da casa própria são os casos mais comuns, mas há outras situações que permitem o saque dos recursos

É sempre um mau negócio deixar dinheiro parado no fundo de garantia – disso todo mundo sabe. O que nem todo mundo conhece são as várias circunstâncias e condições para sacar os recursos do FGTS. Demissão sem justa causa e compra da casa própria são os casos mais notórios, mas também é possível acessar o fundo em caso de doenças, após os 70 anos e para trocar de imóvel. Confira abaixo:

Contas inativas

O governo anunciou recentemente que iria permitir o saque de contas do FGTS que não receberam depósitos desde 31 de dezembro de 2015, de acordo com um calendário a ser divulgado em fevereiro. Mas o dinheiro de contas que ficaram 3 anos ou mais sem receber depósitos já pode ser sacado, a partir da data de aniversário do trabalhador, pois essas contas já são consideradas inativas .
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Doenças

É possível sacar o fundo em razão de câncer, aids ou outras doenças em estágio terminal, tanto do segurado como de um dependente – e mesmo após falecimento deste. No caso do câncer, é preciso que a doença seja enquadrada tecnicamente como neoplasia maligna na Classificação Internacional de Doenças (CID). Em todos os casos, é preciso comprovar o diagnóstico por meio de atestado médico. O trabalhador pode sacar o próprio fundo mesmo após a morte do dependente, sendo necessário para tanto o atestado de óbito.

Desastres naturais

Em casos de tragédias como enchentes, vendavais e chuva de granizo, é possível sacar até 6.200 reais. Mas é preciso que a região atingida decrete o estado de emergência ou de calamidade pública. As prefeituras são responsáveis por informar à Caixa quais as áreas atingidas, e o trabalhador deve comprovar que reside nestes locais.

70 anos de idade

O segurado pode sacar o fundo se tiver 70 anos ou mais, independentemente de estar aposentado ou na ativa.

Problemas com a empresa ou empregador

Além da demissão sem justa causa, também é permitido o saque do FGTS caso o término do contrato de trabalho decorra da extinção da empresa, do fim de parte das atividades da companhia, do fechamento de estabelecimentos, do falecimento do empregador ou caso o contrato de trabalho tenha sido declarado nulo pela Justiça. Nesses casos, é necessário apresentar os documentos que comprovem a situação. Em caso de falência, por exemplo, é necessário apresentar a decisão judicial ou outro documento que indique essa condição. Nos casos de interrupção de atividades por redução da capacidade, é necessária a declaração do empregador mostrando que esse foi o  motivo do desligamento.

Moradia

Se o trabalhador já tem casa própria, via de regra não pode usar o FGTS para comprar outro imóvel. Mas há exceções, como em casos de separação, em que o cônjuge pode comprar um novo imóvel caso não possa mais residir no antigo. Também é possível usar o dinheiro se o segurado possuir menos de 40% do total de um imóvel ou se é proprietário de um que tenha recebido por herança.
Também é possível usar o dinheiro na troca de imóvel, desde que as operações de compra e venda estejam vinculadas – como no caso em que uma propriedade serve como parte de pagamento da outra.
Em todos os casos, o segurado precisa ter ao menos de 3 anos de FGTS, e o imóvel comprado deve ser residencial. Além disso, comprador e imóvel devem se enquadrar nas regras de financiamento do Sistema Financeiro Habitacional (SFH). A Caixa possui uma página dedicada às principais dúvidas sobre financiamento habitacional e o fundo. Segundo José Aguiar, superintendente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) vale também buscar ajuda especializada. “As instituições financeiras têm equipes especializadas em financiamento imobiliário, e as consultorias imobiliárias também sabem das regras do uso do FGTS”, explica.

Término de contrato por prazo determinado

Se o trabalhador estiver sob contrato de trabalho com prazo definido, é possível sacar o dinheiro após o término do período.

Como consultar o saldo

O saldo pode ser consultado através de aplicativo do FGTS, em caixas eletrônicos da Caixa, agências e site do banco. Uma confusão comum em relação ao valor ao que o trabalhador têm direito diz respeito ao valor da multa de 40% em casos de demissão sem justa causa. A regra diz que o empregador deve pagar 40% sobre o total que ele depositou, não sobre o saldo – ou seja, mesmo que houver saques, o valor da multa devida não diminui.

Como fazer os saques

O FGTS é administrado pela Caixa. Os saques de valores de até 1.500 reais podem ser feitos em casas lotéricas, postos de atendimento eletrônicos, salas de autoatendimento, agências e correspondentes Caixa Aqui. É preciso se dirigir ao banco para valores acima de 1.500 reais ou caso o segurado não possua o Cartão Cidadão – documento que pode ser solicitado na própria Caixa.

Confira abaixo a tabela de saque das contas inativas


Fonte: Veja Online